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Composição quali-quantitativa:
Sulfato cúprico pentahidratado
(SULFATO DE COBRE)
.................................. 98,5% m/m
Equivalente em cobre metálico:
..................... 25,0% m/m
• Ingredientes inertes:
................................1,5% m/m
• Peso Líquido: 1, 5, 25, 50, 250 e 500
kg.
• Classe de uso: Fungicida inorgânico à
base de cobre.
• Tipo de Formulação: granulado solúvel
Registrante / Fabricante / Formulador:
MICROSAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Rodovia Campinas / Tietê, SP 101, Km 43 - B.
Verde
Cx. Postal 1803 - 13.360-000 - Capivari - SP
CNPJ: 54.111.737/0001-00 - Fone / Fax: (19)
3492-8000
Site:
www.microsal.com.br
e-mail:
microsal@microsal.com.br
Cadastro na CDA / SP no 364
Fabricante e Formulador:
MICROSAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Estrada Fazenda Souza – Travessão Leopoldina
s/no
Distrito Ana Rech – Cx. Postal 1505 -
95059-000
Caxias do Sul - RS
CNPJ: 54.111.737/0002-91 - Fone: (54)
3229-1455
e-mail:
vendas.caxias@microsal.com.br
• Registrado no Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento
sob o no 01402
• No do Lote ou da Partida: vide rótulo.
• Data de Fabricação e Data de Vencimento:
vide rótulo.
“ LEIA O RÓTULO E A BULA ANTES DE UTILIZAR O
PRODUTO – CONSERVE A BULA EM SEU PODER.”
“ É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE
SEGURANÇA –
PROTEJA-SE.”
Produto corrosivo a ferro, latão e alumínio.
Classificação Toxicológica: IV – Pouco tóxico

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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
Culturas Indicadas: caqui, goiaba, maçã,
nêspera, tomate e videira. |
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Doenças Controladas e Dosagens
Recomendadas:
Sulfato de Cobre Microsal é um fungicida
recomendado em mistura com cal virgem para o
preparo da calda bordalesa (sulfato de cobre +
cal virgem + água) para o controle de doenças
nas seguintes culturas:
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Cultura |
Doenças
Controladas |
Dose de Sulfato
de Cobre Microsal
(g / 100L /água) |
Dose de Sulfato de Cobre Microsal
(g de i.a. / 100L /água) |
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Caqui |
Antracnose
Colletotrichum
gloeosporióides |
400 - 500 |
394-492,50 |
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Goiaba |
Ferrugem
Puccinia psidii |
400 - 500 |
394-492,50 |
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Maçã |
Sarna
Venturia inaequalis |
500 - 600 |
492,50-591 |
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Nêspera |
Antracnose
Colletotrichum
gloeosporióides |
400 - 500 |
394-492,50 |
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Tomate |
Requeima
Phytophthora infestans |
600 - 700 |
591-689,50 |
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Uva |
Míldio
Plasmopara viticola |
600 - 700 |
591-689,50 |
Obs: 1 quilograma do produto comercial
equivale a 985 gramas do ingrediente ativo por
quilograma.
Quantidade sugerida de cal para ser
adicionada ao Sulfato de Cobre Microsal (g /
100 L água) :
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Caqui: |
400 - 500 |
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Goiaba: |
400 - 500 |
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Maçã: |
500 - 600 |
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Nêspera: |
400 - 500 |
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Tomate: |
600 - 700 |
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Uva: |
600 - 700 |
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Início, Número e Épocas ou Intervalos das
Aplicações:
Caqui: A primeira aplicação deverá ser
realizada no período vegetativo, 15 a 20 dias
após a queda das flores. Repetir com
intervalos de 15 dias, com um mínimo de 5
aplicações por ano, dependendo do estado
fitossanitário e das condições climáticas.
Volume de calda / planta: 1,5 L. Usar
espalhante adesivo Agral a 0,05% v/v ou
similar.
Goiaba: Iniciar aos primeiros sintomas,
repetindo com intervalos de 15 dias, com um
mínimo de 4 aplicações por ano. Volume de
calda / planta: 1,2 L. Usar espalhante adesivo
Agral a 0,05% v/v ou similar.
Maçã: Iniciar a pulverização após a
poda em tratamento de inverno, repetindo com
intervalos de 7 dias, com um mínimo de 8
aplicações por ano. Volume de calda / planta:
1,0 L.Usar espalhante adesivo Agral a 0,05%
v/v ou similar.
Nêspera: Iniciar a pulverização após a
poda de limpeza e depois da formação da
folhagem, repetindo com intervalos de 15 dias,
com um mínimo de 6 aplicações por ano. Volume
de calda / planta: 2,0 L. Usar espalhante
adesivo Agral a 0,05% v/v ou similar.
Tomate: Iniciar as pulverizações quando
as plantas apresentarem os primeiros sintomas,
repetindo com intervalos médios de 7 dias, com
um mínimo de 5 aplicações por ano. Volume de
calda / ha: 800 L.
Uva: Iniciar as pulverizações quando os
brotos atingirem de 5 a 7 cm. Repetir com
intervalo de 14 dias, com um mínimo de 6
aplicações por ano. Volume de calda / ha: 500
- 1000 L. Usar espalhante adesivo Agral a
0,05% v/v ou similar.
Modo de Aplicação:
Modo de preparo da calda bordalesa:
a) Para preparar a calda bordalesa são
necessários três recipientes, sendo dois com
capacidade para 50 litros e outro para 100
litros. Não utilizar recipientes de ferro,
latão ou alumínio, pois reagem com o sulfato
de cobre.
b) Colocar o Sulfato de Cobre Microsal dentro
de um saco de tecido, sendo em seguida
pendurado sobre a boca do recipiente de 50
litros, já cheio de água, onde ficará
mergulhado por algumas horas até que haja sua
dissolução.
c) No outro recipiente de 50 litros apagar a
cal fazendo adição progressiva de água até
completar os 50 litros, sempre agitando com a
finalidade de homogeneizar o “leite de cal”.
d) Preparada as duas soluções, colocá-las no
terceiro recipiente de 100 litros,
derramando-as ao mesmo tempo e agitando para
perfeita homogeneização.
e) Depois de preparada, a calda deverá
apresentar reação neutra. Para verificar a
reação da calda pode-se usar o papel de
tornassol, até apresentar a coloração azul ou
então introduzir no líquido uma lâmina de aço
não oxidado por 1 minuto. O escurecimento da
lâmina indica que a calda encontra-se ácida.
Deve ser juntada cal até neutralização
completa da calda.
f) A calda perde sua função fungicida se não
aplicada no mesmo dia. No caso de grandes
volumes, é conveniente fazer preparações
“estoque” de sulfato de cobre e “leite de cal”
a 20%, que devem ser mantidas.
Metodologia de aplicação:
a) Durante a pulverização, é indispensável que
o tanque contendo a calda bordalesa tenha
agitação contínua.
b) A aplicação deve ser feita em pulverização
foliar a alto volume e cobertura total,
empregando-se equipamentos terrestres manuais
ou motorizados, sejam pulverizadores de barra,
pistolas ou costais. Utilizar bicos tipo cone
ou equivalentes, com pressão acima de 40
libras/pol2, obtendo-se micro-gotículas.
c) Pulverizar no período fresco do dia,
evitando o período |
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Não aplique o produto contra o vento.
em que a folhagem estiver molhada (orvalho ou
chuvas).
Não aplicar com ventos fortes, altas
temperaturas e baixa umidade relativa do ar
para evitar a deriva ou evaporação do produto.
d) Fazer a aplicação da calda bordalesa
imediatamente após o seu preparo.
e) Condições climáticas ideais para aplicação:
temperatura entre 250C a 300C e umidade
relativa do ar acima de 65%.
f) Após a aplicação, enxaguar interna e
externamente os equipamentos (pulverizadores,
reservatórios, etc.) com solução de vinagre ou
limão 20% e água 80%, lavando em seguida com
sabão ou detergente alcalino.
Intervalo de Segurança:
7 dias para todas as culturas indicadas, com
exceção da cultura do tomate tutorado, cujo
intervalo de segurança é 1 dia.
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas
Culturas e Áreas Tratadas:
Devido às condições de aplicação e a baixa
toxicidade do produto, não há restrições para
a reentrada de pessoas na área tratada, desde
que devidamente trajadas.
Limitações de Uso:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
- O produto não é fitotóxico para as culturas
indicadas.
- Em condições climáticas de alta umidade
relativa, com temperaturas baixas, alguns
cultivares poderão apresentar sensibilidade ao
produto. Nas fases iniciais de crescimento e
nas temperaturas elevadas, usar a menor dose.
Em caso de dúvida, fazer testes em pequena
área.
Informações Sobre os Equipamentos de
Aplicação: Vide Modo de Aplicação /
Metodologia de Aplicação.
Informações Sobre Equipamentos de Proteção
Individual a Serem Utilizados: Vide o ítem
“Precauções no Manuseio”, nos dados relativos
à proteção da saúde humana.
Informações Sobre o Destino Final de
Embalagens e das Sobras do Produto: Vide o
ítem “Destinação Adequada de Resíduos e
Embalagens”, nos dados relativos à proteção do
meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE
HUMANA
Mecanismos de ação, absorção e excreção para o
ser humano:
Têm sido reportados vários casos de suicídios
em humanos através da ingestão de sulfato de
cobre. Geralmente penetra no organismo por via
oral. Quando a ingestão é proposital, e
portanto em certa quantidade, geralmente o
próprio produto já provoca vômito, o que
dificulta a absorção, diminuindo a toxicidade.
Estudos demonstraram a dificuldade da
intoxicação aguda por sais de cobre, por serem
adstringentes e os vômitos eliminarem a maior
parte. Uma vez absorvido é veneno sistêmico,
lesando principalmente os rins, o fígado (com
cirrose), deprimindo e posteriormente
excitando o SNC. A eliminação ocorre
principalmente pela urina e pela bile (pouco
pelas fezes).
Efeitos Agudos e Crônicos:
Inalação: a exposição prolongada aos
sais de cobre pode produzir severas congestões
da mucosa nasal com rinites e possíveis
ulcerações.
Contato com a pele: a exposição
prolongada a sais de cobre pode causar algum
grau de necrose. Dermatite alérgica devido ao
contato com o cobre, embora rara, tem sido
relatada. Ele pode ser absorvido pela pele. O
envenenamento sistêmico foi conseqüência de
repetidas aplicações de sulfato cúprico em
extensas áreas de pele queimada. Sintomas de
envenenamento sistemático podem abranger
coloração azul das gengivas e da língua,
anemia |
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hemolítica, gastrites hemorrágicas, cólicas e
diarréia com sangue. Em casos severos de
envenenamento os rins e o fígado são
prejudicados com anemia profunda. Pode evoluir
com sonolência e coma. A morte pode ocorrer
com colapso respiratório. Coloração esverdeada
da pele e do cabelo de trabalhadores tem sido
observada.
Contato com os olhos: o uso prolongado do
sulfato cúprico produz inflamação e reação
purulenta nos olhos, além de descolorir a
córnea. A descoloração em casos avançados
cobre toda a córnea, mas causa pouca
interferência na visão. Quando a partícula do
sulfato de cobre é deixada acidentalmente no
saco conjuntivo, causa inflamação severa no
local e necrose, e a córnea torna-se opaca.
Uma pequena concentração do produto (0,0001
mol) causa rompimento da membrana da
pré-córnea e uma pequena sensação de
desconforto por pessoas sujeitas à exposição
deste material.
Ingestão: o envenenamento crônico humano tem
sido observado em relatórios individuais como
a doença de Wilson. Esta doença é uma condição
genética rara em que pode haver anormalmente
uma alta absorção, retenção e armazenamento de
cobre pelo corpo. A doença é progressiva e
pode ser fatal se não tratada.
Efeitos Colaterais: Por não ser de finalidade
terapêutica, não há como caracterizar seus
efeitos colaterais.
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS
QUANTO À PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E
TRATAMENTO:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Não coma, não beba e não fume durante o
manuseio do produto.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos
desprotegidas.
- Uso exclusivamente agrícola.
- Não transporte esse produto juntamente com
alimentos, medicamentos,
bebidas, rações, animais e pessoas.
- Não utilize equipamentos de proteção (EPI‘s)
danificados.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
Use protetor ocular.
- O produto é irritante para os olhos.
- Se houver contato do produto com os olhos,
lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca.
- Produto perigoso se inalado ou aspirado.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado,
procure local arejado e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
Use luvas de neoprene ou nitrila
- Produto irritante para a pele.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a
imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar
que o produto se espalhe.
- Use macacão com mangas compridas, chapéu de
aba larga, óculos ou viseira facial, luvas,
botas, avental impermeável e máscara
apropriada.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a
área de aplicação.
- O produto produz neblina, use máscara
cobrindo o nariz e a boca. |
|
-
Use macacão com mangas compridas, chapéu de
aba larga, óculos ou viseira facial, luvas,
botas, avental impermeável e máscara
apropriada.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Mantenha o restante do produto em sua
embalagem original
adequadamente fechado em local trancado, longe
do alcance de
crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave suas roupas
contaminadas separadas das
demais roupas do restante da família ou de uso
diário.
|
PRIMEIROS SOCORROS:
INGESTÃO: Não provoque vômito e
procure o médico, levando a embalagem,
rótulo, bula ou receituário agronômico do
produto.
OLHOS: Lave com água em abundância
e procure o médico, levando a embalagem,
rótulo, bula ou receituário agronômico do
produto.
PELE: Lave com água e sabão em
abundância e procure o médico, le-vando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário
agronômico do produto.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado e
vá ao médico, levando a embalagem, rótulo,
bula ou receituário agronômico do produto.
SINTOMAS DE ALARME:
Os sintomas de exposição ao produto podem
incluir irritação da pele, olhos, trato
respiratório e trato gastrointestinal. A
ingestão pode causar severa dor
gastroentérica (vômito, corrosão
localizada e hemorragias), prostração,
anúria, hematúria, anemia e dificuldade de
respiração. Pode causar náuseas, gosto
metálico, dor de cabeça, dores abdominais,
gastrite hemorrágica, pulso fraco,
conjuntivite e ulceração da córnea.
ANTÍDOTOS:
1) Lavagem gástrica, podendo ser utilizado
carvão ativado;
2) EDTA cálcico i.v.;
3) Transfusão de sangue (casos de
hemólise);
4) Soro fisiológico para manutenção
hidroeletrolítica;
5) Cardiotônicos, estimulantes;
6) Sulfato de sódio ou de magnésio, como
laxante.
TRATAMENTO MÉDICO:
Tratamento sintomático
TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA:
CENTRO DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA:
(11) 5012-5311 (São Paulo - SP)
EMPRESA: MICROSAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO
LTDA. - (19) 3491-5166 |
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS
CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
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Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
(CLASSE I). |
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Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE
II). |
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X |
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). |
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Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE
IV). |
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-
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio
ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para
microorganismos de solo.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para
organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a
Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos
fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento
aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou
restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora ea saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO,
VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem
original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos
tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de
material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter
piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres:
CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de
pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas
disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns, deverão ser seguidas
as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas –
ABNT.
- Observe as disposições constantes da
legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e
a Microsal Indústria e Comércio Ltda. -
Telefone de Emergência: (19) 3491-5166.
- Utilize equipamento de proteção individual -
EPI (macacão de PVC, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara contra
eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções
abaixo:
· Piso pavimentado: recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste
caso, contate a empresa registrante, para que
a mesma faça o recolhimento. Lave o local com
grande quantidade de água;
· Solo: retire as camadas de terra
contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente
identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
· Corpos d’água: interrompa imediatamente
a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o
centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água
em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar
intoxicação. |
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO,
DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E
RESTOS
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua
devolução pelo usuário, deve ser efetuada em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e
com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada
separadamente das lavadas, em sacos plásticos
transparentes (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é
obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente
utilizado nesse prazo, a devolução deverá
ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser
transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após
a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por
empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A
RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA
DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias
e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio
para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no
rótulo para sua devolução e destinação final.
Trata-se de um produto atípico, inorgânico,
encontrado na natureza (presente no solo,
água, plantas, animais, inclusive no ser
humano) sem necessidade, portanto, de métodos
de desativação. Produtos a base de cobre podem
ser reprocessados.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E
AFINS:
O transporte está sujeito às regras e
procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da
ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
Restrições Estaduais, do DF e Municipais. |
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